Vc off*
Justin on*
Assim que o carro deu partida sorri, ela voltou. Não pra
mim, somos amigos agora. Não é mesmo?! Sim ou claro? Caminhei até meu carro,
não era sério essa coisa de todo mundo sair. Quer dizer... se é eu não sei! Só
queria ela mais perto de mim. Dei partida e cheguei em casa. Jantei com minha
mãe e subi pro meu quarto. Amanha tenho que dar uma entrevista. Fui pro
banheiro e tomei um banho digno. Sai e coloquei uma cueca. Apaguei a luz e me
deitei na cama. Fechei os olhos e dormi, facilmente confesso.
Acordei assustado. Minha mãe me encarava. Levantei e corri
pro banheiro. Tomei meu banho rápido, tenho entrevista. Terminei e me enrolei
na toalha. Sai do banheiro e dei de cara com a minha mãe.
Justin. Mãe da licença. – falei indo pro meu closet.
Pattie. Mas justin eu já te vi pelado.- a olhei
Justin. Mãe, os tempos mudam, a pessoa cresce e ELE tbm cresce.
– a empurrei pra fora do meu quarto.- mães!
Me arrumei...
E desci. Scooter estava na sala conversando com a minha mãe.
Corri pra cozinha e comi sucrilhos. Terminei de comer e fui escovar o dente.
Voltei e fomos pra entrevista, fomos no carro do Scooter. Era mais ou menos,
12:15.
Scooter. Justin, - o olhei- pensou no que falar?
Justin. Não, apenas falarei a verdade. – ele assentiu.
Chegamos e eu desci do carro, era no programa da Ellen.
Fiquei na parte de trás e depois de alguns minutos começou.
Ellen. Boa tarde a todos, hoje temos aqui Selena Gomez e
Justin Bieber. Pelo que vcs sabem, Selena deu uma entrevista falando que justin
tinha terminado com ela por causa de outra. Mas scooter, empresário de justin,
nega. E agora vamos tira as conclusões.- ela fez uma pausa- entre agora justin
bieber.- respirei fundo e entrei.
Justin. Ola.- acenei pro publico- oi Ellen- dei um beijo em
sua bochecha.
Ellen. E ai justin? Como vai a carreira?- ela sorriu
Justin. Bem, vai muito bem.- retribui o sorriso.
Ellen. Vamos convidar Selena pra entrar. – ela entrou,
comprimentou a ellen, se sentou ao meu lado e sorriu sínica.- tudo bem com vc
Selena?
Selena. Ah... sin, né?!- abaixou a cabeça.
Ellen. Vamos lá. Vcs terminaram?
Justin. Sim!
Ellen. Mas, qual foi a causa?
Justin. Falta de am...- Selena me interrompeu
Selena. Ele tem outra.
Ellen. Quem é ela, justin?
Justin. Ninguém não tem ninguém. Terminamos por falta de
amor!
Selena. Vc viu as fotos que ele levou aquela brasileirinha
até o carro, depois do show do jaden?
Apenas coloquei a mão na testa e ri.
Justin. Selena, para. Eu apenas levei ela e um amigo até o
carro! Não temos nada.
Ellen. Mas já tiveram.
Justin. Sim, mas não durou nada. Quer dizer... já tínhamos
um caso mas não falamos pra mídia.
Ellen. Mas e quando ela contou pra todo mundo?
Justin. Não gostei, ela não me comunicou que faria isso
e...- percebi que estava falando de mais.- mas isso
não vem ao caso. To aqui
pra falar, que EU NÃO AMO MAIS VC, SELENA- falei olhando pra Selena.
Selena. Como pode dizer isso? Ta vendo Ellen?! Ele ta com
aquela brasileira e me largou.
Ellen. Bom...- ela deixou a frase solta e eu falei
Justin. Selena, minha querida. Desiste, não vamos ter mais
nada. Vc é diferente dela, ninguém é igual. Mas eu não to com a (seunome)!
Selena. Com toda certeza eu não sou igual a ela. Mas vc deve
muita coisa à mim.- ela meio que sorriu
Justin. O que por exemplo?
Selena. Bom... – ela não sabia muito bem o que falar.
Ellen. Selena. Acho que já sabemos a verdade.
Selena. Que é?
Ellen. Acabou o amor!... bom esse foi o nosso programa de
hoje. Até mais gente.- o programa acabou e eu sai andando.
Scooter. Muito bem justin.- fez toque
Justin. Vamos?
Scooter. Vamos.
Fomos até o carro, ele deu partida e me deixou em casa.
Minha mãe tinha acabado de desligar a TV assim que eu entrei.
Pattie. Querido, que coisa da Selena né?!
Justin. É, mãe to com fome.
Pattie. Vem...- ela me puxou pra cozinha. Comemos e eu subi
pro meu quarto.
Fiquei lá até de
noite, minha mãe me chamou e eu desci até a escada.
Justin. O que foi?
Pattie. Vai comer alguma coisa menino.
Justin. Não quero mãe. Viu meu celular?
Pattie. Não, querido.
Justin. Ta- comecei a subir. Ouvi o barulho do meu toque,
deve ta lá em cima .
Pattie. JUSTIN...- voltei a sala.- alguém quer falar com vc.-
peguei o meu celular de sua mão e atendi.
Ligação on*
Justin. Alo?... alo?... alo?- será que caiu a ligação? eu
pensei
Vc. Anh, juss...- reconheci aquela voz
Justin. (seu nome)? É vc?- falei desesperado
Vc. Pode vir até minha casa.- ela estava chorando?- é muito
importante sua presença.
Justin. Ta chorando?
Vc. Só venha!
Justin. Estou indo.- ela desligou e eu corri pra minha
garagem.
Ligação off*
Entrei no meu carro e dei partida pra casa dela. Eu me lembro onde ela mora. Cheguei, desci do
carro e caminhei até a porta. Bati mas ninguém abriu. Virei a maçaneta e a
porta abriu. Adentrei a casa, mas antes fechei a porta claro. Caminhei até a
sala, a TV estava ligada mas não tinha ninguém na mesma. Fui pra cozinha e vi
a... a mãe da (seu apelido) chorando. Caminhei até ela.
Justin. Dona Ana? Ta tudo bem?- perguntei tocando seu ombro
Ana. Oh, justin.- quanto tempo!- ela deu um meio sorriso e
eu ia perguntar onde estava a (seu nome), mas
ela foi mais rápida.- ela esta no
banheiro. Trancada- ela deu uma fungada.- pode ir lá.- assenti e subi as
escadas e entrei no quarto da (seu apelido), ainda era o mesmo.
Bati na porta do banheiro de leve e a chamei baixo.
Justin. (seu apelido)? Abre pra mim.- bati na porta
novamente fraco- (seu apelido).- falei a abraçando assim que ela abriu a porta.
Ela se aconchegou mais ao meu corpo. Me sentei na cama e a deitei no meu colo. Ela estava
com sua cabeça escorada em meu peitoral, tive uma ideia, comecei a cantar be
alright. Ela chorou mais ainda. Ela se levantou de meu colo e se sentou ao meu
lado, na cama.
Justin. O que aconteceu?- perguntei a abraçando de lado-
cheguei aqui e sua mãe estava se desabando em lagrimas na cozinha!
Vc. Meu pai, juss. Ele está com câncer!- ela abaixou a
cabeça
Justin. O seu... seu pai?- cara como assim, o pai dela.
Aquele cara super gente boa.
Vc. É, não sei o que fazer. Vc foi a única pessoa a quem eu
poderia recorrer- fiquei feliz, ela pode sim contar comigo, mas minha alegria
não veio em uma hora muito boa.
Justin. Não fica assim, existem tantos tratamentos. Com um
bom especialista ele...- fui interrompido pela dona Ana que entrou no quarto.
Ana. Desculpa, não queria atrapalhar. Só vim avisar que vou
no hospital ver seu pai.- me levantei na hora junto com a (seu nome).
Vc. Eu vou com vc.- ela estava indo até sua bolsa mas,
espera, acho que ela nem comeu tão abatida. A puxei pra mim e nossos corpos se
chocaram.
Ana. Justin, não deixe ela sair antes de comer algo. Por
favor.- e saiu
Vc. MAE ME ESPERA.- ela gritou mas não adiantou, ela olhou
para mim, eu encarei o banheiro e a olhei novamente.
Justin. Vai tomar banho que eu vou preparar algo para vc
comer.
Vc. Ta- sai do quarto e desci pra cozinha.
Fui na geladeira e peguei alface e tomate. Cortei com
cuidado, não sou o tipo de cara que cozinha. Terminei e fui lavar a minha mão,
quando olhei pra trás a (seu nome) já estava comendo. Ela é rápida, mas também
é o pai dela. Ela terminou e me puxou, só deu tempo de eu fechar a porta. Destravei
meu carro ela entrou. Eu entrei e dei partida. Ela estava quieta, mas não ia
falar nada. Depois de alguns minutos chegamos. Estacionei na primeira vaga que
vi assim que cheguei ao estacionamento. Sai do carro junto com a (seu nome) e
corremos de mãos dadas até a entrada do hospital. Fomos parados por uma
enfermeira. A (seu apelido) tava nervosa, contornei a situação e ela falou que
quarto era. Fomos até o elevador, bateu o nervosismo. Ainda estava de mãos
dadas com a (seu apelido), ela apertou mais minha mão e encostou sua cabeça em
meu ombro. A porta se abriu e nós saímos. Chegamos no quarto, batemos e a dona
Ana abriu. Entramos no quarto... e pude ver o David abatido, não deve ser fácil
passar por isso. A (seu nome) e ele estavam conversando até que escuto meu nome
na conversa.
Vc. Não fala isso. Ainda sou uma criança, irresponsável. Não
é mesmo justin, não sou criança?
Justin. Sim, vc ainda é criança- falei me aproximando dos
dois.
David. Justin? É vc garoto?- ele falou abrindo um pouco mais
os olhos.
Justin. Sou eu sim. Como vai o senhor?- cara, como eu sou
idiota. Ele ta num hospital, internado. Pode morrer e eu perguntando como ela
vai.
David. Ah, vou indo. Com o tempo tudo chega ao fim.
Vc. Mas pai, vc sempre falava para mim no meu aniversario
que eu viveria até os 100 anos. Vc tbm vai.
David. Aquilo só vale pra vc, querida. Vcs estão juntos?- eu
ia falar mas a (seu apelido) me interrompeu
Vc. Somos bons amigos agora, papis.
David. – riu fraco - faz tempo que não me chama de papis.
Vc. É eu sei.
David. Posso ficar sozinho com o justin?- sorri sem-graça, a
dona Ana e a (seu nome) saíram do quarto. Cheguei mais perto do senhor David.-
justin?-
Justin. Sim?!
David. – ele levantou a mão, em um gesto que fosse para mim
tocá-la. Segurei sua mão- espero que cuide bem de minha filha.
Justin. Mas senhor, vc escutou... somos apenas bons amigos.
David. Justin, justin. Não seja burro meu filho.- ri e ele
tbm- mulheres são imprevisíveis, descontroladas, inconfundíveis, desesperadas-
ele tossiu, aquela tosse seca me apertou o coração- mulheres são espertas, mas
tbm muito confusas. (seu nome) sempre foi irresponsável. Matou o peixinho no
terceiro dia que ele chegou em casa.
Justin. Ela falou que tinha sido o tio dela, ela disse que
ela colocou a chave dentro do aquário.
David. Mas, foi ela que matou ele. Ela tava sempre batendo
no vidro, colocava muita comida pro bichinho. O que eu to querendo dizer, é que
ela faz coisas que não pensa. Ela não mede as consequências, não sabe se
controlar. Quando vc começou a “ficar” com ela, como vcs dizem hoje em dia...
ela era uma criança, e vc tbm era. Vcs não se conheciam, não sabiam as manias
um dos outros. Não sabiam os sonhos e nem hoje sabem.
Justin. Onde o senhor quer chegar?- indaguei curioso, era
perceptivo que eu queria chegar ao fim daquela conversa.
David. Ela nunca namorou ninguém depois de vc. Ela só
conhecia uns moleques ai. Mas nada a mais que... a vc sabe. Quando vc tiver uma
filha, vai perceber que falar de sexo não é fácil.- ri e ele continuou- ela,
vamos dizer assim, nunca mais amou nenhum homem como te amou. Se é que vcs se amavam naquela idade.
Justin. Sim, nós nos amávamos.
David. Se amam. Vc sente algo por ela?
Justin. É difícil dizer, depois de anos separados... acho
que ta mais pra amor de amigo.- falei mas não tinha certeza- eu acho- falei
baixo.
David. Justin, não deixe que aquelas frustrações que vcs
passaram acabe com um futuro de amor entre vcs dois. Talvez vc encontre outra
mulher e ela outro homem. Mas tenho 42 anos, não sou tão experiente assim, mas
sei coisas que vcs jovens não sabem. E acredite, um amor não acaba do dia pra
noite.
Justin. Mas foram 3 anos separados.
David. Justin, não se engane por paixões. Elas acabam rápido
e não são tão forte como o amor. Bom... se vc não ficar com minha filha...
apenas peço-lhe, cuide bem dela. Ela não sabe escolher as amizades.
Mesmo. Não
deixe que ela se envolva com qualquer um, não confio nesses homens. Vc tem um
bom coração. Vc é o genro que eu pedi a Deus, que Deus junte vc e minha filha. Promete
que cuidará dela até o fim de sua vida?
Justin. Prometo. Mas não sei pra que está falando isso, o
senhor vai sair dessa.
David. Justin, seja franco. Olhe pra mim... e me diga. Tenho
mesmo como sair daqui?-
A palavra não queria sair. Eu quero acreditar que ele vai
sair daqui.
David. Viu?! Nem vc consegue falar isso! Apenas cuide bem
dela.-ele apertou mais a minha mão- tenho tantas coisas para lhe falar... mas
estou com pouco tempo. Como sabe, sou escritor. (narradora on* GENTE FINGI QUE
SEU PAI É ESCRITOR. FINGI QUE TODOS OS LIVROS DO Nicholas Sparks FOI SEU PAI QUEM
ESCREVEU, TA?! Narradora off*) e bom, meus livros, são os ensinos que eu tento
passar para vcs jovens, só tenho uma ultima coisa a te dizer... MALDITO DO
HOMEM QUE CONFIA NO OUTRO. Te daria o nunca diga nunca, mas esse já é seu
dilema. A (seu apelido), é bobinha. E cai na dos outros, fale a ela... que –
ele tossiu mas foi pior agora. Ele esticou o braço e pegou um tipo de aparelho,
apertou o botão, e depois 45 segundos uma enfermeira e 1 médico apareceram.
Medico. Enfermeira rápido. Ele esta tendo uma parada
cardíaca. – ele falou fazendo umas coisas com o David.
Enfermeira. Por favor se retire. – ele me indicou a porta.
Justin. Ele vai ficar bem?- perguntei assim que fui pra
fora. Ela não disse nada apenas fechou a porta na
minha cara. Andei rapidamente
até uma sala onde a (seu nome) e a dona Ana estavam.
Vc. Ele está bem? Vimos um medico entrar no quarto.- ele
falou vindo até mim.
Justin. Anh, sim esta. Eles foram fazer uns exames.- me
sentei
Vc. Ah então vou lá.- eu a segurei pela mão.- o que foi?-
ela olhou pra mim
Justin. Deixa eles fazerem os exames, depois vc vai lá.-
falei e ela permaneceu em pé.
Vc. Justin, seus argumentos não estão funcionando.- a puxei
a força pra se sentar ao meu lado.
Justin. Fica quieta- abaixei sua cabeça ate meu colo e fiz
carinho em seu cabelo.
Quando percebi que ela tinha adormecido olhei para dona Ana.
Ana. Ele está realmente fazendo exames?- ela falou baixo,
fiz que não com a cabeça.- o que aconteceu lá dentro?
Justin. Nós estávamos conversando... ai ele chamou o medico.
Ele estava tendo um ataque cardíaco. Não sabia o que fazer.- nessa hora o
medico chega e chama a dona Ana.
Ela se levantou e foi até um parte da sala, onde não
conseguia ouvir a conversa. Só pude perceber o olhar triste de dona Ana
umedecer. O medico foi embora e ela veio até mim e sussurrou:
Ana. Ele resistiu a essa, mas...- uma lagrima escapou de
seus olhos- mas...- ela não conseguia terminar a
frase.
Justin. Eu entendi!- passei minha mão por seu ombro.
Ana. Vc é muito querido justin.
AI
GENTE EU TO COM DÓ DO DAVID. COMENTEM SE ESTAO GOSTANDO.
BEIJOS
AMO VCS.
Fêh!


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