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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Crime of the love 47

Justin on*

- o que você quer comigo?
- ah para, você que veio até mim garoto. O que você faz aqui?- fiquei em silêncio - não vai falar? Que tal isso?

Ele me deu um soco na barriga.

- por que você acha que eu vim? Para pegar essa merda de carga.
- já era de se esperar.
- sério que você nem cogitou isso?
- vou te mostrar como a banda toca aqui. LaMérica venha aqui.

Ele disse e entrou uma morena de cabelo preso com um copo em sua mão. Balancei minha mão em forma de um aceno irônico. As correntes estão presas ao teto e minhas pernas já estão bambas de cansaço.

- o que quer?- disse ela.
- de um jeito nele.
- por que eu?
- quer mesmo que eu diga?- ele saiu e ela colocou seu copo na mesa que havia ao canto da parede, ao lado de um estojo de facas, eta caralho.
- fudeu.- escapou.
- realmente. Cara você estragou minha noite sabia?
- er.
- calado.- foi ríspida.
- UE mas você fez uma pergunt... - ela colocou seu dedo na minha boca me silenciando.
- quero você caladinho gato.- deu um tapa na minha cara e puxou uma banqueta alta e sentou-se na minha frente.- e aí que merda você fez? Como veio parar aqui?
- é pra responder?- ela não disse nada - tá entendi. Eu vim roubar a carga.
- por quê?
- ah sei lá, vingança.
- de quem?
- minha.
- contra quem?
- olha é só me bater me matar sei lá, pra que esse questionário?! Melhor não saber das coisas. Nem deveria estar conversando comigo.
- relaxa, não tô a fim de fazer nada. Por enquanto.
- cheirou crack né? Sua narina...- eu ri da cara de assustada dela.
- não te interessa.
- água não melhora seu estado. Nem retarda o efeito no cérebro sabia?
- tá é que...
- aquele cara é alguma coisa seu?- perguntei.
- quem tem que interrogar algo aqui sou eu.
- eu também oras, quero saber quem é a pessoa que vai me mutilar, para saber se ela é capaz de tal ato. Sacou?
- perguntas e respostas?- concordei.- tá eu começo. Seu nome.
- Justin. E o seu?
- LaMérica. Idade.
- 21 e você?
- 26.
- o quê? Nem parece.
- genética. Sério eu adoraria continuar esse joguinho, mas eu tenho que fazer meu serviço.- torceu o lábio e virou.
- espera - pedi - você tem filhos? - ela estava de costas mas logo me olhou.
- uma garotinha de 3 anos, Sol.- ela sorriu.
- Por que está aqui e não com ela?
- é complicado, eu... - ela pausou - o pai fugiu com ela e o Taylor está me ajudando a achar ela e para isso tenho que ajudar ele. E você tem?
- sim, Dereck, ainda não nasceu, falta pouco agora.- olhei para o alto para não derramar uma lágrima na frente dela.

Taylor entrou e olhou para mim e depois para LaMérica.

- por que não vejo sangue?
- vamos conversar Taylor.- LaMérica puxou ele para fora da sala levando consigo uma faca que ela alisava com um pano.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Crime of the love 46

- cadê o Justin, Pieter?
- eu não sei Miley, ele decidiu ir pra um lado oposto enquanto eu cortava a força.
- e Bryan?
- ele sumiu logo após nos separarmos de você.
- droga. É uma armadilha. - ela pegou o rádio e chamou pelo Bieber.- nada, tá com interferência. O que vamos fazer?
- não sei.- vi as luzes do navio se acenderem. - mas que merda é essa? Eu cortei os fios.
- tô falando. Tá estranho.

Surgiu um cara atrás de Miley e a pegou pelo pescoço. O que eu faço? Ah. Miley se debatia e ele gritava por alguém. Cheguei por trás e apertei seu nervo do pescoço. O mesmo caiu.

- tá bem? - a olhei.
- o que vc fez?- ela recuperava o fôlego.
- apertei um nervo.
- quero que você ande com essa arma.- me entregou.
- Miley não.
- cala boca e pega. O Bieber que é o Bieber sumiu. Então quero que você se proteja. Sinceramente não sei mais em quem confiar. Só você.

Ela assobiou e nossos homens chegaram e esconderam o corpo pegando a arma do cara, peguei uma faca dele e a guardei.

- quero que vocês matem quem quer que seja. Vamos achar o Bieber. Não sairemos daqui sem ele.- eu disse e Miley me olhou sorrindo.
- isso aí. Vamos acabar com esses filhos da puta.

Megan on*

Quando fui me levantar para chamar a Pattie. Na tela da TV escutei uma voz.
Era ele.

- Tá filmando? Ok. Bem, Megan. Se esta vendo essa filmagem é porque estou em Seattle e vou partir para uma missão. Sei que talvez você esteja me odiando. A cada dia que se passou depois do ocorrido - ele mexia no cabelo, estava nervoso.- eu percebi o quão idiota fui. Percebi que não fui o cara que você merecia ter. Mas penso que se Deus nos uniu teve um motivo. E esse motivo se chama Dereck. Nosso garotão. Tem uma coisa que nunca te falei mas enquanto você dormia eu tocava sua barriga e ele chutava no mesmo instante. Como se esperasse o dia todo pelo meu toque. Fui orgulhoso demais e deixei nossa relação ruim. As coisas foram esfriando. Quero te pedir perdão - pela filmagem dava para ver seus olhos brilhando e começando a ficar vermelhos. - me perdoa se te magoei. De verdade, confesso que no começo eu realmente só queria sexo. Mas depois quando estávamos a sós eu percebi que você era mais que um corpo bonito e, percebi o quão importante você se tornou na minha vida. Porque de certa forma, mesmo que vc n acredite, você mudou minha vida. E para melhor. Resumindo...
Me perdoa, sei que você diz que pedir desculpa não adianta, porque não muda as coisas que fazemos. Eu entendo isso agora. Eu sinceramente não sinto um bom pressentimento sobre essa missão. Mas é por você. Zayn merece tudo de mal, ele merece sofrer o que eu sofri por vc. Chaz sabe que eu só falava de vc. Esse é meu único pedido, me perdoa. Não te peço mais nada além disso.
- Bieber, dois minutos para irmos.- escutei voz de Miley.
- já estou indo. Megan, diga a minha mãe que eu a amo. E que sempre serei o filho dela, e ela minha mãe. Diga a ela que por mais que eu não tenha sido o filho perfeito - Pattie desceu os degraus já olhando a TV com a mão na boca.- mesmo que eu tenha seguido um caminho diferente do qual ela queria, eu nunca a deixei de amar e sempre cuidei dela. Ela merecia um filho melhor do que eu.
- Bieber temos que ir.
- não me apressa eu preciso fazer isso.
Megan, caso eu não volte da missão, vou voltar, mas é bom pensar nas duas opções. E quando meu filho, nosso filho nascer. Sempre diga a ele coisas boas sobre mim por favor. Diga a ele que eu o amo muito. E você, - as lágrimas já caiam sem que eu percebesse. - obrigada por ter sido minha conselheira, minha amiga, companheira... obrigada por ter me feito perceber que você foi a única garota que me importou.
A única a quem eu respeitei de verdade.
- Bieber, vamos.
- A única que me fez ver a vida de outro jeito. Obrigado por me amar
- Justin, diga logo cara.
- eu só queria dizer que eu percebi que eu.
- vai cara.- meus olhos transbordavam.
- eu te amo.

O vídeo acabou com um meio sorriso dele, e lágrimas em seus olhos. Coloquei minhas mãos no rosto. Droga Bieber, olha o que você faz... faz brotar aquele sentimento novamente, mais forte que nunca. Olhei para Pattie, ela ainda olhava para a TV. Olhei para Chaz.

- Oi Oi Jack, tô aqui sim eu tava vendo uma coisa, olha depois nos falamos. Eu e Megan estamos indo para Seattle. Depois te explico estamos com pressa.- desligou.- Megan, pega o necessário.

Subi correndo, sei que não possa mas foda-se é o Bieber, meu Justin. Ainda não acredito que ele disse me amar. Mds. Ele me ama. Peguei uma mochila e coloquei calcinha e sutiã, três calças e 4 camisetas. Coloquei uma leggin e um casaco por cima de uma blusa rosa. Coloquei minha bota, peguei meus documentos e coloquei na bolsa a deixando na cama. Escovei os dentes e sai do quarto com a bolsa e a mochila em mãos.

- onde vocês vão?
- tia. - Chaz a olhou.- estamos indo atrás de Justin.
- Megan não pode viajar. A médica disse.- ela me olhou enquanto eu colocava a mochila no banco de trás.
- eu preciso. É o Justin. Eu preciso ir atrás dele.
- mas... promete se cuidar? Me liga. Eu vou dar um jeito de ir.
- prometo, vou trazer nosso Bieber.- sorri a abraçando e entrei no carro.- acelera Chaz.
- ei, onde vcs vão sem mim?- Ryan disse entrando no carro.- aventura sem minha pessoa?
- estamos indo atrás do dude.
- OPA. Tá esperando o que para dar partida?

Chaz assim fez após eu colocar o cinto.
Ryan sempre anda com seu passaporte e roupa ele disse não ser problema.
O fomos até o aeroporto mas não tinha como comprar mais passagens, não tinha mais nenhuma à venda.

- eu tenho uma ideia.- Ryan levantou a mão.- vai para decolagem particular.

Assim Chaz fez conduzindo o carro. Ryan foi conversar com o piloto, pareciam se conhecer. Ele nos chamou.

- ele falou que irá nos levar até Seattle. Pode subir.
- sério? - indaguei.
- sim, ele era da boca comigo, mas agora é piloto. Vamos, andem.

E assim subimos

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

MENINAAAAAAAAS PUTA QUE PARIU OLHEM ESSE POST NÃO DEIXEM DE LER KRL

OIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII MDSSSSSSSSSSSSS
QUE SAUDADEEEEEE
pensei que vcs nem liam mais isso aki mas me enganei cara ainda n acredito que abandonei esse blog
deu tanto trabalho p divulgar e qnd fez sucesso parei. mt filha da puta eu ne
eu sei n falem kkkkkkkkk
ta
ESTOUUUUUUUUU COM UMA PAGE BELIECTIONER, TO POSTANDO DOIS IMAGINES E VOU POSTAR LA CRIME OF THE LOVEEE

VOU DEIXAR O LINK
 VEJAM
CURTAM
E DIGAM QUE ERAM DO BLOG P MIM ADD VCS PELO MEU FACE
OBRIGADA PARA AKELAS Q AINDA ENTRAM AKI OBRIGADA VC Q LEU E AMOU
OBRIGADA, CORRE LA. PQ VOU FAZER UM CANAL NO YOUTUBE COM A BEST E TB UM GRUPO NO WHATS P CONVERSARMOS, TO COM SDD


CLICA AKI PARA VER A PAGE, EU TO LA 24 HRS POR DIA

eu voltei definitivo glr, voltei com td

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

oi '-'

nao vou dizer que estou voltando, mas agora que estou de ferias que tal entrar de vez em quando aqui ne...
eu entro mais no anime e eu ja tinha falado para vcs de um q eu tava escrevendo, digo modificando. se chamava 50 tons de mel. é a triologia original, so coloquei o bieber tendeu.
olhem aki vou postar o link

50 tons de mel no anime

Crime of the Love - 45

Megan. Justin? - nao sei porque pensei que fosse ele.
XxXx. Filha? Megan é voce?
megan. pai? 
jack. sim, o que esta fazendo acordada? aconteceu alguma coisa? Cade o Somers? 
megan. e... eu estou bem, ele ta aqui do meu lado.
jack. me deixe falar com ele
megan. mas pai...
chaz. megan, - o olhei - vai arrumar suas coisas e acorde a pattie.

justin on*

I got a hangover, wo-oh!
I've been drinking too much for sure...
essa foi a musica que instintivamente soou na minha cabeça, era igual no filme. O cara bebia e depois acordava, em outro lugar, sem saber o que havia acontecido. bom, eu sabia o que tinha acontecido, entao foi um pouco mais complicado, se assim posso dizer.

nao consigo mexer minhas maos, eu estou acorrentado... e tem uma escuridao imensa no lugar onde estou. mas escuto risadas, uma risada para ser mais exato. uma risada grave, sera que é o demoniio, sera esse meu inferno pessoal. otimo, era td que eu mais queria. 

peter on*

miley. cade o justin

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Gangster Heart - cap. 2

Fernanda on*
Acordei e me sentei na cama, minha cabeça dói mas mesmo assim me levanto, vou pro banheiro e tomo um banho demorado, lavando o cabelo. Me enrolei na toalha e caminhei em direçao a pia. Escovei o dente e sai pro quarto. Coloquei minha lingerie e um vestido vermelho, levinho. Fui na minha mesa e peguei o meu celular, 12:37. Desci os degraus devagar, chegando a cozinha, abri a geladeira e não tinha quase nada, fui ao armário e so tinha o básico.
— Bom dia. — eu disse ao ver Bruna. —
— Péssimo dia. — alana saiu de trás da bruna, bocejando.
Elas se sentaram na mesa e me olharam.
— Me sirva. — alana mandou.
— Não tem comida e, a propósito, se tivesse não ia pegar, folgada.
— O que? Sem comida? Nãooo...
Bruna arregalou os olhos e olhou pra alana.
— Sem comida... — bruna disse fazendo drama.
— Eu vou morrer de fome. Vou virar anêmica, não...
— Vou no mercado. — eu disse. — Parem.
— Agora?
— Sim, já tenho a lista pronta mesmo. Vocês querem mais alguma coisa?
— Sim, — alana sorriu — traz doce.
— Ta.
Subi correndo e coloquei minha sapatilha da zara, peguei a bolsa e desci novamente. Peguei a chave do carro e sai pra garagem.
— Qualquer coisa liga. — gritou Bruna e eu entrei na ferrari.
Liguei a chave de ignição, e dei a primeira marcha, abrindo o portão com o controle e fui pro mercado. Liguei o rádio e estava tocando sirens.
(...)
Ao chegar no mercado estacionei o carro, sai e liguei o alarme, peguei um carrinho e fui andando até a entrada, tomando cuidado com os carro que passavam.
"So... fuck you" ao que me parece no último volume alguém escutava um rap inadequado que chegava me dar arrepio só de lembrar a última vez que escutei essa mesma música. Olhei para tras e vi que a melodia terrorista vinha de um carro preto esportivo. Continuei andando e entrei no mercado, comecei pelas frutas cítricas.
(...)
Sinceramente, abastecer aquela casa não é fácil, estou no terceiro carrinho, os outros dois estão no caixa. Ai que saco. Cade o cartão?! Merda, peguei o celular e liguei pra casa.
— Alo? — alana disse.
— Alana, esqueci o cartão. Traz pra mim?
— Onde você ta?
— No mercado né, vai rápido porque eu já estou indo pro caixa.
— Ok.
Fiquei parada no caixa por um tempinho, o segurança puxava papo comigo.
— Eai, vem sempre aqui?
— Não. — curta e grossa não é meu tipo, mas fazer o que.
— Hm, e então, qual o seu nome?
— Oi oi, cheguei. — alana tocou no meu ombro me assustando.
— Garota tu foi rápida mesmo.
— É, eu sei kk.
O segurança saiu de fininho, se sentindo intimidado, eu acho.
— Trouxe?
— O quê?
— Como o que, alana?
— Ta aqui bobinha. — riu ela pegando a carteira do bolso. — pegou tudo?
— Sim.
— Pegou aquela bolacha de chocolate com baunilha?
— Peguei. — aquele momento em que ela tem certeza de que eu esqueci algo, mas não esqueci, minha memória é tipo de elefante, kk.
— Pegou aquele sorvete de três sabores?
— Peguei.
— Pegou a vodka?
— Sim. — merda.
— Nãoo, você não pegou Fernanda. Conheço essa carinha ai.
— Ta, já volto.
Sai correndo até as bebidas, passei o olho em cada prateleira, achei apenas uma garrafa, qual é. Saco, fui voltando e dei de cara com um carrinho de compras lotado de bebidas, vodka, cerveja e energéticos... ah, acho que o cara ia abastecer as prateleiras. Peguei uma caixa de vodka quando puxam meu braço.
— Sua ladra.
Um ar quente soou por trás dos meus ombros, uma voz aveludada tocou meu timbre e como uma queda fui girada bruscamente.
— EU POR ACASO DEIXEI VOCÊ PEGAR MINHA BEBIDA?
Aqueles lábios, aquele rosto, ele.
— Diz alguma coisa vadia.
— Vadia é a senhora sua mãe seu troglodita egocêntrico. — me soltei e ele me olhou nos olhos.
Virei o rosto.
— Posso saber por que você estava rouba...
— Não roubei nada, você que roubou a prateleira inteira. Acha que é o que?
— Lei da vida gata, peguei é meu.
Ele não mudou nada mesmo.
— Mas qual o seu nome gatinha?
— Pra que você quer saber?
— Porque estou interessado. Agora diz.
— Digo se eu quiser. Mas diz você primeiro, qual o seu nome?
— Primeiro as damas.
— Você não é do tipo cortês.
— Me conhece pra dizer isso?
— Si... — droga, sai dessa. — sinceramente, tanto faz.
— Sou o Joaquin... er, Joaquin da Silva e você?
— Hey Justin, pegou? — um garoto o chamou.
— Joaquin? — eu ri.
— Justin só para os íntimos. — ele fez um sinal pro cara que foi embora. — e então, qual seu nome?
Idiota.
— Katherine. — menti.
— Lindo como a dona. Mas acho que combinaria mais se fosse Fernanda. — ele segurou meu pulso e chegou mais perto. — uma gangster no mesmo mercado que eu, uau.
Abaixei a cabeça, não se sinta vulnerável, não se sinta assim.
— Não vai dizer nada? Ah deixa, nem precisa... diz pra suas amiguinhas que agora tem outros no pedaço. — ele pegou a caixa de vodka e me entregou. — cortesia minha... nos vemos em breve.
Eu ia sair mas meu orgulho falou mais alto.
— Acha mesmo que tenho medo de você? Esta me ameaçando? Pois saiba que eu sei usar uma arma muito melhor que você ou que seus amigos. Marque presença pela cidade e vamos ver quem domina mais. Você não passa de um bandidinho de merda, que acha que manda, mas no fundo é um frouxo que tem medo da verdade... Otário, — peguei uma cerveja do carrinho dele e sai andando, com a cabeça erguida, e carregando a vitória em meus braços.
Ouvi uma gritaria e vi a Alana vermelha, quase agredindo a funcionário do caixa.
— Você é uma inútil mesmo, como assim inválido, passa de novo essa merda, sua imbecil.
— Alanaa. — a repreendi e ela me olhou.
— Ah nem vem Fernanda, essa moca aqui é uma imprestável.
— Mas o que houve?
— Senhora, eu passei o cartão e deu invá...
— Diz inválido e eu te mato. — alana gritou assustando o senhor atrás de nós. — O que foi hein, velho tarado, acha que eu não vi você olhando pra bunda da minha amiga, seu pedófilo.
— Licença, posso ver o cartão? — pedi para a moça do caixa, ela me entregou e eu puxei a alana no canto. — alana, esse cartão é o velho. Transferimos o dinheiro dele pro gold. Da a carteira.
Ela me entregou.
— Esse é o cartão. — mostrei.
— Saco, pera... err, EU NUNCA MAIS VENHO FAZER COMPRAS AQUI, SUA INÚTIL, ACABARAM DE PERDER UMA CLIENTE MUITO IMPORTANTE VIU.
— Senhora, você poderia vir comigo. — disse um segurança.
— Não, eu saio sozinha e com muito orgulho, esse mercado é cheio de rato.
Funcionou, pois todas as donas de casa ficaram assustadas, olhando as embalagens e imaginando a quantidade de vermes e bactérias que teriam os produtos. Grande maioria largou as compras e foram se retirando. Alana sorriu vitoriosa e sussurrou:
— Te espero em casa. — e saiu.
Pedi desculpa para a funcionário e ela terminou de passar as compras. Fiquei mais de duas horas aqui para largar as compras né. Entreguei o cartão certo e pedi que entregassem as compras em casa. Ao pagar virei as costas e dei de cara com o justin paquerando uma garota do peitão. Eu não sei o que achar, ele não se lembra de mim. Ele me olhou e sorriu. Sai andando, entrei no carro e fui pra casa.
Alana on*

Gangster Heart - cap. 1

FEITO POR : Fernanda Alves e Alana Justo


Fernanda on* 
—E então?
— 10 milhões aqui. Ainda falta 3 sacolas.— disse alana se deitando no sofá.
— cade a bruna?
— to aqui. — disse ela, sentando no sofá e abrindo o notebook.
— onde você tava Fernanda? Contei quase tudo sozinha.
— foi mal, eu tava no telefone.
— pedindo pizza? — riu bruna
— pedindo yakisoba, zoa, eu tava falando com a minha mãe...
— aumenta aumenta... — disse alana desesperadamente olhando pra televisão.
Aumentei o volume e era o repórter, falando do assalto ao banco de NY, baby u.u, fomos nós q assaltamos hoje.
— acabamos de receber a noticia de que o maior banco de New York foi assaltado, não temos muitos detalhes a informar, foi um grande assalto, que pegou todos de surpresa, faltando apenas alguns dias para a reeleição do nosso prefeito Dereck O'Conner. E recebo aqui mais informações do segurança do FBI, pode falar Sr. Drue.
— Bom, só tenho uma noticia para os habitantes de NY. Infelizmente todo o dinheiro depositado, de vocês, foi brutalmente retirado. Essa quadrilha vai pagar caro, os meus agentes farão de tudo para colocar eles na penitenciar...
Bruna desligou a televisão, e nos olhou frustrada.
— sera que na mente deles, nenhuma mulher poderia ter assaltado aquele banco? — pergunto, incrédula.
— machismo minhas amigas, machismo. — alana riu — sabe, acho que ainda devemos comemorar. Mas agora eu to com fome.
— opto por macarronada. — bruna estende o braço.
— não gosto de macarrão, quero miojo.— alana emburra a cara.
— mas amiga, miojo e macarrão é a mesma coisa u.u
— Não, nãoooooo é, miojo é miojo e macarrão é macarrão.
— criança...- cantarolei e ela me encarou.— ta que tal, eu fazer lasanha?
— faça pra tu e pra bruna, e faz meu miojo??
— ta.
Comecei a preparar a forma, peguei os ingredientes e a bruna foi mexer no notebook na sala. Alana mexia no cabelo e olhava pro nada.
— pega bolacha para mim?
— não tem bolacha, só biscoito.
Alana levantou e foi no armário, pegou um pacote de biscoito, jogou em mim e falou:
— que que isso Fernanda?
— biscoito.
— nãooo, é bolacha.
— não, biscoito.— ela pegou o biscoito e despejou na bancada. — isso aqui, se chama bolacha.
— mas no pacote está escrito BISCOITO, e você vai limpar isso viu.
— ta tanto faz, mas isso aqui é bolacha. — peguei um biscoito e mordi.
— tem gosto de biscoito rs.
— não come a minha bolacha.— ela jogou um biscoito em mim.
— ah, agora é guerra?
Enchi a mão de biscoito e taquei na cara dela, os farelos no chão, que sujeira.
- você arrumou briga com a garota errada, sua garota. - disse ela, com um sorriso de esfinge no rosto.
Ela começou a jogar em mim também. Peguei uma panela e enchi com os biscoitos, deixando a metade ainda na bancada. Me escondi atras da mesa e ela fez o mesmo.
— preparada para o bombardeio senhorita alana?
— pergunto o mesmo a você, baby.
Me levantei a medida que só acima do meu ombro ela pudesse ver, e a guerra começou.
5 minutos depois...
— você ainda esta viva? — gritou ela.
— sim, quantas recargas você tem?
— você nunca saberá.
— idiota, — ri e me levantei jogando os dois últimos biscoitos, ela fez o mesmo e... pow acertei ela haha, e... biscoito no meu peito ¬¬? Serio?
— que porra é essa? - bruna gritou na entrada da cozinha, com farelo de chocolate no rosto. — o que vocês estavam fazendo? - não esta meio obvio?— alana e seu sarcasmo.
— vou fazer a comida, alana pega a vassoura, por favor, bruna arruma a mesa.
— ok, — responderam em unísono.
Minutos depois...
— tava bom?
— amei meu miojo. 
— ta super mega bom.
— eu sei u.u
— quem lava a louça?— pergunta a bruna.
— ah qual é, já fiz a comida né.
— e eu varri a cozinha. — alana disse pegando o guardanapo.
Alana e bruna decidiram tirar no impar ou par, elas eram o impar e eu o par. Incrível né, ganhei, haha, elas vão me ajudar com a louça. Lavei a louça, bruna secou e alana guardou. Sai da cozinha cantarolando marry you, fala serio, bruno mars é dez cara. Me joguei no sofá e a alana no outro, bruna me olhou e sorriu, aquele sorriso de esfinge, dei espaço pra ela que se sentou e colocou no TVD.
— ah nossa, eu quero ver AHS. — alana disse se levantando.
— mas é a quinta temporada, nem vi o episodio do dia.— disse bruna.
— então vou ver la em cima, ta.
— ou a gente podia ver um filme...— eu sorri.
— nao, quero ver AHS. qualquer coisa chama.
Alana on*
Subi as escadas lentamente, desfrutando a sensação impactante do meu pé no carpete. Ta ta, eu tava apenas com preguiça de subir aquela merda de escada, parece que já se passaram minutos e eu ainda subindo. Ta brincadeira, entrei no meu quarto, fechei a porta, apaguei a luz deixando o abajur ligado. Entrei no banheiro, tirei minha roupa e liguei o chuveiro. Tomei um banho rapido e logo coloquei meu pijama. Liguei a televisão e coloquei em American Horror Story.
Aaah como eu amo essa série... Fui fechando os olhos quando estava no meio do episódio e, dormi.